29 maio 2017

Não seja um porquê (13 Reasons Why)


Eu estava muito com o pé atrás se assistia ou não essa série. Por que? Bom, primeiro porque eu não bato muito bem da cabeça e não tenho um psicológico muito bom. Tenho umas crises depressivas que muitas vezes acabam comigo, me deixando um caco em pessoa. Segundo porque fiquei com medo dela, de algum modo, me fazer mal. Quando a série ficou disponível na Netflix, eu estava passando por um momento assim, então fiquei meio com receio por causa disso. Só que, eu adoro livros que tem como ponto central o suicídio, eles me trazem um conforto muito grande, não sei porquê. Então achei que não teria problema nenhum em assistir Os 13 Porquês, já que desde o comecinho do ano passado quero muito ler o livro. Mas, como tinha meio mundo comentando sobre ela, e eu não sou muito fã de fazer parte desse meio mundo, decidi esperar um pouco.

Sério, a cada cinco minutos eu me deparava com algum comentário de alguém que estava assistindo ou que já tinha assistido (algo contraditório, também fiz isso :P). Parece que o povo não tinha mais nada do que falar que não fosse 13 Reasons Why, aff! Cheguei a ficar irritada com isso e até cheguei a perder a vontade de assistir, mas não deixei que isso me desanimasse por completo. Ao contrário de outros indivíduos, não saí por aí bombardeando minhas redes sociais comentando sobre ela. Preferi guardar pra mim tudo o que senti e fazer alguns comentários bem breves que não falavam muito sobre ela lá pelo twitter, do tipo: não vou aguentar assistir esse episódio. Mas hoje decidi abrir meu coração com vocês.

Ah, antes que eu me esqueça, não darei nenhum spoiler sobre a série e nem vim aqui comentar sobre a trilha sonora, os atores ou da produção em si. Vim comentar apenas o que senti ao assistir essa série e dizer o que achei.

Para saber a verdade, pressione play!



A série conta a história de Hannah Baker, uma adolescente de 17 anos que cometeu suicídio, mas que, antes de se matar, deixou gravado em fitas cassetes as 13 razões que a levaram a por um fim na própria vida. Vamos conhecer essas razões através de Clay Jensen, que era um amigo dela, e tudo começa quando ele encontra essas fitas cassetes na porta de sua casa. Ao ouvi-las, ele descobre que se trata da voz de Hannah nas gravações e, o que ela está contando nessas gravações são as razões que fizeram ela optar por um fim tão triste. Ele também descobre que todas as razões estão relacionadas com várias pessoas que estudam com ele, e que foi por conta de atos dessas pessoas que Hannah tirou sua vida.

Através de um mapa que Hannah deixou com as fitas, Cley vai aos lugares mencionados por ela e revive as experiências, conhecendo aonde surgiu cada trauma emocional e psicológico da garota. E é pelos pensamentos e ações de Clay que entramos na história, acompanhando o que está acontecendo no presente de todas as pessoas que são, de certo modo, responsáveis pela morte de Hannah. Também somos levados ao passado através das narrações das fitas, para podermos entender melhor o que aconteceu para causar tanto dano em Hannah e fazer ela tomar aquela decisão.

Os 13 Porquês


Bom, como a maioria de vocês devem saber, a série tem como tema principal o suicídio. Mas elas também trata de outros assuntos muito importantes como o bullying, a depressão, a solidão, o assédio, o machismo, homofobia, entre outros. Mas, entre todos eles o que mais tem um destaque é o bullying, que foi vivenciado muitas vezes pela Hannah ao longo da série (ela foi a que mais sofreu e que mais teve danos emocionais por causa dele). Só que ela não era a única que sofria bullying no colégio. Algumas pessoas que foram os porquês dela, também sofriam com o mesmo, só que o emocional deles não ficaram tão abalados como o dela.

Não sou muito de assistir série alheias (com alheias quero dizer as que todo mundo assiste e vive comentando, "as famosinhas"). A única que assisto, uma vez na vida e outra na morte, é Supernatural, que me apaixonei desde a primeira vez que a vi no SBT. Fora ela, não acompanho mais nenhuma. Não tenho muita paciência pra essas coisas, principalmente se a série tem vários episódios em uma única temporada, seguida de várias outras temporadas com vários outros episódios de quase uma hora. Minha paciência é zero pra isso! Eu sabia que treze episódios me aguardavam e que provavelmente eu iria querer deixar pela metade, mas prometi a mim mesma que iria assistir todos, nem que eu demorasse um ou dois meses pra isso.

A verdade é que assistir Os 13 Porquês despertou em mim uma montanha de sentimentos tão profundos que me fizeram relembrar todas as coisas que me aconteceram no passado. Não fui uma pessoa que sofreu tanto com o bullying na época em que estudava. Na verdade, eu nem me lembro de algum que sofri. Sou muito esquecida e, muitas vezes, o que me falavam entrava por um ouvido e saia pelo outro, e acho que por isso não lembro muito bem. Mas já passei por outras situações como inventarem coisas de mim e saírem espalhando por aí, me julgarem por algo que não fiz, mas que pensavam que eu tinha feito, me julgaram e até fofocavam coisas de mim bem embaixo do meu nariz! Bem, essas coisas só me atingiam de verdade quando vinham de alguém muito íntimo ou muito próximo mesmo. Agora, se a pessoa não fosse, como eu disse, entrava por um ouvido e saia pelo outro.

Nunca fui a nenhum psicólogo, nunca fui diagnosticada e nem conversei com ninguém sobre, mas eu sei que, de algum modo, sou uma pessoa depressiva. Sei que isso é devido a traumas que trago do passado e que ainda não superei. Tem tempos que essa minha depressão chega a me deixar tão mal, mais tão mal, que não saio do quarto pra nada, mais nada mesmo! Muitas vezes eu preciso me esforçar muito pra não perder a cabeça e aguentar a barra. E confesso que até fiquei com medo de não conseguir absorver as coisas da série positivamente e não me abalar tanto, porque eu sou o tipo de pessoa que pega o sofrimento e as coisas ruins dos outros e guardo dentro de mim. Sei que isso não é muito bom, e acredite, já tentei mudar, mas não consigo tirar isso de mim. Por isso eu gosto de ficar sozinha, assim não corro o risco de ficar absorvendo o sofrimento das pessoas ao meu redor.

"Oi é a Hannah, Hannah Baker. Não ajuste seu... o que quer que esteja usando para ouvir isso. Sou eu, ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno, sem bis, e, desta vez, sem atender a pedidos. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque vou contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. Se você está ouvindo esta fita...Você é um dos porquês. Não vou dizer que fita conta sua parte na história. Mas não tema, se você recebeu essa caixinha adorável, seu nome vai aparecer. Eu prometo."

Bom, vi algumas pessoas comentando que a série poderia ser um gatilho pra quem passa por coisas parecidas. Eu discordo e concordo com isso na verdade! Sei que existem muitos jovens influenciáveis que podem mesmo ver ela como um gatilho, mas temos que concordar que esse não era o intuito real da série. Acredito que ela só queria trazer uma realidade que acontece muito no ambiente estudantil e conscientizar que o suicídio não deveria, e nem deve, ser uma opção para resolver os problemas que temos. Mas a série acabou romantizando demais isso, trazendo o suicídio como uma única saída para a vida da personagem. Ainda assim, não acho justo culpar uma produção que teve tanto trabalho e tanto cuidado em retratar uma realidade tão grande de vários jovens pelo mundo, só porque o resultado também teve seu lado negativo.

Sempre tento ver os dois lados da moeda e tentei ver isso dentro da série. Eu tentei ver o lado da série, não a parte do sofrimento em si, mas a parte de ensinamento que ela nos traz, e foi isso que absorvi e acho que é o que todos devem absorver no final. 

Hannah Baker era uma garota comum que, assim como todos nós, tinha os seus problemas pessoais. Ela era inteligente, bonita, meiga, divertida, amiga, uma boa filha e tinha um futuro inteiro pela frente, com um mundo a ser explorado, mas, por seu emocional estar tão abalado por causa das coisas que lhe aconteceram, ela viu no suicídio sua única saída e solução. É difícil não se abalar quando os outros te dirigem palavras mal intencionadas só pra você ficar se sentindo um lixo, e isso é ainda pior quando acontece diariamente. Hannah poderia ter pedido ajuda a alguém, principalmente para seus pais, mas ela se sentia tão solitária no meio daquele mundo que optou por suportar tudo sozinha mesmo.

Ah, e essa falta de um diálogo mais amplo entre pais e filhos, está muito presente na casa de muitos jovens. Por conta da correria da rotina, do cansaço, dos problemas e do estresse, muitos casos acabam passando despercebidos pelos pais, que não conseguem enxergar que ali há um problema. Não que eu esteja dizendo que os pais da Hannah deveriam ter visto que a filha não estava bem. Oras, assim como muitos pais, eles nunca chegaram a imaginar que uma coisa dessas pudesse acontecer com a filha que eles tanto amavam. E é por isso que esse assunto tem que ser discutido mais abertamente entre todos. Sei que para alguns pode ser algo delicado e difícil, mas precisamos parar de ignorar que certos assuntos, que são taxados como tabu, precisam ser quebrados e mais discutidos abertamente.


Minhas amigas disseram que conseguiram assistir essa série em um dia. Eu, sinceramente, não sei como elas conseguiram, mas elas e todas as outras pessoas que conseguiram, estão de parabéns! Não sei vocês, mas eu muitas vezes precisava de um tempo pra conseguir assimilar e absorver tudo o que estava acontecendo. Muitas vezes fiquei revoltada com alguns personagens, mas tentei entender  o lado deles também; repito: tentei! Fico me perguntando como o Clay conseguiu escutar todas aquelas fitas e não perder a cabeça por completo. Não acho que foi legal o que a Hannah fez, aquelas fitas poderiam ser um porquê muito grande para alguém ali, mas também não acho que foi tão errado assim. Ela queria deixar claro que, o que aquelas pessoas fizeram a machucaram muito, mas ela poderia ter pensado em outra maneira, assim como poderia ter pensado em outra saída que não fosse acabar com a própria vida.

A gente nunca sabe o inferno que está se passando na vida do outro e, muitas vezes, escutar mais o que o outro tem a dizer, estender a mão e oferecer nossa ajuda, pode ser uma luz e uma salvação na vida dele. Então não podemos ser egoístas e pensar que só nós temos problemas difíceis que não conseguimos resolver, muito menos que nossos problemas são maiores do que o de outra pessoa. Cada um sabe o que se passa na própria vida e temos que saber lidar com as situações difíceis que acontecem com a gente.

Há 13 para cada história

"Enfim, as regras aqui são bem simples. Só há duas. Regra número um, você ouve. Regra número dois, você passa adiante. Espero que nenhuma seja fácil. Não é para ser fácil, ou eu teria enviado um MP3. Quando terminar de ouvir os 13 lados, porque há 13 lados para cada história, rebobine as fitas, coloque-as de volta na caixa e passe as para a próxima pessoa..."

Há 13 lados para serem ouvidos/ assistidos com 13 histórias com os acontecimentos que fizeram Hannah se matar. Não achei a série tão pesada assim, teve alguns episódios que consegui assistir numa boa, sem sentir tanto a carga. Mas é claro, quando ela vai se aproximando do final, as coisas começam a ficar mais tensas sim. Os personagens são profundos e acho que não tem como não sentir aquele aperto no coração quando eles estão sofrendo. Quando eu estava no 10º episódio, comecei a ansiar tanto pelo final que, quando finalmente ele chegou, eu não sabia se iria conseguir assistir. Mas eu já tinha chegado até ali e precisava saber o último porquê de Hannah, mas uma cena daquele último episódio deixou meu coração em pedaços, e quem já assistiu sabe de qual cena estou falando.

Uma pequena observação: acho que alguns episódios poderiam ter sido resumidos para serem menores. Eles são muito grandes e fiquei com muito tédio em alguns. Às vezes até queria pular um pouco, mas se eu fizesse isso poderia perder algum ponto importante para o desfecho do mesmo. Mas se a série tinha que ter os treze episódios, os mais parados bem que poderiam ser menores, porque como já falei, não tenho muita paciência de ficar assistindo séries o dia inteiro.

Enfim. Como eu disse no começo do post, não sou muito de assistir séries, mas posso afirmar que essa foi a melhor que já assisti nos últimos tempos. Gostei muito dela e chorei muito em vários momentos também. Os 13 Porquês despertou em mim uma carga emocional muito grande. O Clay, com aquele jeitinho tímido e encantador dele, me fez ficar com um aperto no coração em vários momentos, principalmente na fita dele. Às vezes eu ficava me perguntando como ele conseguia escutar  aquelas fitas e não perder a cabeça por completo. A Hannah com seu jeito meigo e divertido de ser, me fez ver como as pessoas conseguem ser cruéis umas com as outras, nos machucando com suas palavras e suas atitudes.

Pra terminar, assistir essa série foi como estar em uma montanha-russa de emoções. Você escolhe um dos assentos, certifica se está seguro e fica preparado para a adrenalina. Então a montanha-russa começa a subir bem devagar. Você acha que vai ser fácil e que não tem nada de diferente das outras montanhas-russas que você já andou. E ela continua a subir, bem devagar. Quando o topo começa a se aproximar, o frio na barriga começa a aparecer e você começa a ficar ansioso pela descida. Então você despenca. A partir daí você é jogado em uma montanha cheia de altos e baixos, cheia de reviravoltas e emoções que te tiram o fôlego, te deixando com o coração na mão em muitos momentos. Esse é um resumo de tudo o que eu senti ao assistir essa série. E para terminar, Os 13 Porquês é uma série que deveria ser assistida por todos que acham que conseguem aguentar as emoções dela, pois ela retrata muito bem a vida de muitos jovens pelo mundo.

Já assistiram a série? O que acharam? Tem vontade de assistir? Se você já assistiu, por favor, vamos conversar nos comentários!

Até a próxima Cativados!

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6 comentários:

  1. Oi, Andressa. Como vai? Ainda não assisti a série e estou pensando seriamente se vou ou não, porque eu sou dessas também que não vê graça em episódios longos e muitas temporadas. Eu vi muitas opiniões sobre a série, a maioria boa. Uma coisa que minha tia falou a respeito dela ficou encucada na minha cabeça. No começo da série, antes dos episódios finais, tudo o que tinha acontecido com a Hannah já aconteceu com todo mundo pelo menos uma vez na vida. Já fizeram bullying, piadinha, ataques contra o gênero ou opção sexual. É por isso que ela disse que isso poderia banalizar o suicídio. Porque eram motivos até 'simples' demais para que alguém cometesse suicídio, e com a série, as pessoas começariam a achar que sofrer bullying também seria um motivo para tirar a vida. Não sei se você está entendendo meu ponto, mas com certeza entendi o dela. Acho que isso acarreta coisas boas e ruins. Eu sei que muita gente tem a mente fraca, que não consegue suportar e até vemos que nos episódios finais a Hannah ainda sofre coisas graves, mas não dá pra banalizar as coisas e achar que simplesmente não dá mais. É um tema que precisa ser debatido, sim, mas minha preocupação maior é sobre as pessoas que talvez não entendam a mensagem da forma que ela quer ser disseminada, e faça disso um gatilho.
    Enfim... tô falando demais! Eu não estou julgando quem faz esse tipo de coisa, até porque cada um vive a sua maneira e escolhe o que quer, não sei se assistiria (acho que vou só ler o livro mesmo), mas amei ver a sua opinião e como você acabou vencendo uma barreira ao achar que a série poderia te fazer mal e no fim, saber que ela não fez. Amei isso de coração!
    Beijo.
    Leitora Encantada

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    1. Oi Miriã ^^
      Eu entendo o seu ponto de vista sim, e até concordo com ele pra falar a verdade. A série pode realmente ser um gatilho pra muitos jovens que são influenciáveis, já que romantizou tanto o suicídio ao ponto de passar que coisas simples, como sofrer bullying, podem ser um grande motivo para alguém cometer um, quando na verdade não é! Como sua tia disse, as coisas que aconteceram com a Hannah no começo também já aconteceram com muitas outras pessoas pelo mundo, e ainda acontecem na verdade, mas isso nunca deveria ser visto como um motivo pra cometer suicídio, mais nunca mesmo! Por isso, quando terminei de assistir ela só levei em conta as últimas coisas que aconteceram com a Hannah, já que as anteriores realmente seriam motivos muito banais. E, assim como você, eu tenho medo que as pessoas não consigam absorver a verdadeira mensagem que a série quer passar, mas também não acho muito justo colocar toda a culpa nela. Acho que as pessoas que viram nela um gatilho, deveriam querer fazer o caminho inverso ao da Hannah, pedir ajuda e lutar para superar aqueles traumas que tanto fazem mal para si mesmas.
      No começo realmente pensei que ela me faria mal, até porque eu não bato muito bem da cabeça e passos por uma crises bem tensas, mas mesmo assim eu tenho minha cabeça no lugar pra certos assuntos e pra certos acontecimentos, e também costumo ler livros com temas assim, então acho que foi por conta disso que ela não me fez tão mal no final das contas.
      Enfim. Adorei saber a sua opinião sobre a série, mesmo que não tenha assistido ela e também acho que vou ler o livro depois :)
      Beijos :*

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  2. Eu também não sou de maratonar séries, mas comecei a assistir 13 reasons why, porque estava em uma dessas recaídas da depressão (sem vontade de fazer nada, assim, simplesmente coloquei a série e fui assistindo).
    Pela situação do momento e pelo tema da série tive vários gatilhos emocionais também, acho que não escolhi o momento certo para assistir, mas foi interessante refletir sobre o assunto.
    Quem passa por crises depressivas sabe o quão difícil é superar e seguir em frente! Te entendo totalmente...
    Beijos!
    Colorindo Nuvens

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    1. Te entendo muito também, Dai! Vi alguns comentários de pessoas que se sentiram mal e que tiveram vários gatilhos emocionais enquanto assistiam. Também comecei a assistir a série em um desses momentos e, assim como você, também pensei que talvez não fosse um momento certo pra fazer isso. Mas a série teve um efeito em mim que foi muito diferente do que eu espera, e isso me surpreendeu muito. Me senti mal em alguns momentos, mas consegui fazer com que esse se sentir mal fosse uma força pra me levantar e seguir em frente, mesmo que isso seja muito difícil pra gente que sofre dessas crises depressivas.
      Um grande abraço super apertado e espero do fundo do coração que você esteja melhor florzinha
      Beijos :*

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  3. Eu também não consegui assistir ela toda de uma vez. Teve alguns episódios que até me deixaram mal, tinha que parar e voltar no outro dia. Eu tentei enxergar como um todo, não só o lado dela, mas o porque de cada uma das pessoas terem feito algo com ela. Acho que muito do que a série quis mostrar também, é que o problema não é da escola ou dos professores (muitas vezes), e sim a família e amigos tem grande impacto positivo ou negativo..

    www.vivendosentimentos.com.br

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    1. Nem me fala, Monique! Só demorei pra conseguir terminar de assistir a série por causa disso também. E realmente, também acho que a série quis mostrar que não é só a escola que é o problema, mas acho que eles poderiam ter focado mais nessa questão, já que ela ficou muito por cima na minha opinião.
      Beijos :*

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