16 agosto, 2017

Às vezes é preciso se perder para se encontrar (Cidades de Papel)


Sei que já faz um bom tempo desde o lançamento desse filme, mas só fui assistir ele esse ano. E como já faz um tempinho que esse post estava anotado no meu caderno de idéias também, mais precisamente desde o que fiz comentando sobre os últimos filmes que assisti, onde eu até ia fazer um breve comentário sobre esse filme, mas ele acabou ficando grande demais. Então decidi vir aqui e fazer um post só falando dele. Antes tarde do que nunca, né?

Antes quero deixar claro que meus comentários aqui são super amadores e que não vim falar nada de atuações ou coisas do tipo, até porque não sou nenhuma pseudo crítica nem nada parecido. Eu só senti uma necessidade de compartilhar aqui, com vocês, o que eu achei desse filme, que tanto odiei no começo, mas que no final, acabei gostando. E, antes que eu me esqueça, se você não assistiu e tem vontade, pode ser que aqui tenha um pequeno spoiler, tá?

Quentin tem uma paixão platônica por sua vizinha enigmática e colega de escola, Margo. Quando ela invade o seu quarto, certa noite, pedindo a ajuda dele para colocar em prática seu engenhoso plano de vingança contra alguns colegas de escola, Quentin não pensa duas vezes e ajuda ela. Mas, depois da noite de aventura dos dois, Margo desaparece e deixa algumas pistas sobre o seu paradeiro.

Assim que esse filme entrou em cartaz (ano retrasado, se não me engano), fiquei com muita vontade de ir assistir no cinema. Por sorte (sim, sorte!) a sessão dele estava lotada e só tinha dois lugares separados. Como eu estava acompanhada da minha amiga e só tinha esses dois lugares, a gente preferiu ir assistir Os Minions. Hoje eu agradeço demais por aquela sessão estar lotada e me fazer ir assistir outro filme, porque olha, teria sido um dinheiro jogado fora >.<'


O filme começa como qualquer outro romance adolescente. Um garoto conhece uma menina diferente das outras, viram amigos e ele acaba se apaixonando por ela depois, nutrindo esse amor platônico durante anos. Até aí tudo bem, nada de novo, só aquele velho clichê adolescente, correto? Errado!

Depois da noite de "aventuras" que os dois passam juntos, o coitado do Quentin acha que aquela "conexão" entre ele e a Margo quer dizer alguma coisa, mas logo a decepção chega quando ela some do mapa no dia seguinte. O problema é que, aquela noite de aventuras só serviu para alimentar ainda mais aquela paixão platônica que o Q sentia por ela, o que resultou de ele encontrar as pistas que a Margo deixou e deduzir que era um convite para se juntar à ela nessa nova aventura. É, eu falando assim até parece um pouco fofinho, mas minha reação quando terminei de assistir esse filme foi: que fiasco de filme é esse?

Pra mim, esse filme se resume a uma adolescente que não se importa com ninguém além do próprio nariz, que cansou da sua vidinha fútil no colégio e decidiu tacar o foda-se. E do outro lado temos um adolescente comum, que tem uma vida pacata e acha que precisa ser o "herói" da história que vai atrás de sua amada após ela sumir. E isso foi uma coisa que me incomodou muito, porque o Quentin passar o filme inteiro indo atrás da Margo, que não está nem aí para nada nem para ninguém! Eu realmente cheguei a ficar com dó dele quando o coitado descobriu (ALERTA DE UM SPOILER) que ela não fazia questão de ser encontrada, mas essa dó passou logo em seguida.


Agora, uma coisa que também me incomodou ~demais~ foram os pais dessa garotada toda, que deixam os filhos fazerem o que bem entendem. Tá, eu sei que é só um FILME e que ele é voltado para o público adolescente, mas ele salta tão fora da realidade que eu não consegui ligar aquele botãozinho de é só um filme. Foi muito difícil engolir as coisas que os personagens faziam, e mais difícil ainda as atitudes dos pais, principalmente os da Margo, que diziam que a filha só tinha as atitudes que tinha para chamar atenção. Como assim? Não é a toa que o próprio Quentin diz que eles não são os melhores candidatos para pais do ano, porque olha, vou te contar viu!

É super normal uma filha dar uma de "cansei da minha vida e preciso me encontrar" e fugir de casa, sem mais nem menos, né? E é ainda mais normal os pais aceitarem isso e seguir com sua vida normal como se nada tivesse acontecido. Sem contar que também é muito normal um filho pegar o carro dos pais, juntar os amigos, matar os últimos dias de aulas, ir atrás da garota que fugiu de casa (sem saber ao certo onde ela está) e dar a explicação para os pais de que foi de última hora e que voltará em dois dias, né? É claro que é! Mas só tem uma coisinha que está me incomodando nisso tudo. Que pais, em sã consciência, deixariam seus filhos fazerem essas coisas e não tomarem nenhuma atitude? Olha, eu amo filmes adolescentes, mas por alguma razão, essas coisas me incomodaram um pouco nesse filme.


Mas deixando de falar um pouco dessas coisas que me incomodaram, vamos falar um pouco dos personagens e o que eu realmente achei do filme, no final das contas.

Pra início de conversa, eu só fui descobrir esses dias que o ator que interpreta o Quentin, é o mesmo que fez o Isaac em A Culpa é das Estrelas. Depois que me dei conta disso foi que saquei a participação ~proposital~ do ator que fez o Gus em ACEDE, nesse filme também. Talvez eu até possa estar errada, talvez não, mas que isso não foi uma coincidência,  eu não tenho a menor dúvida, haha (eu sei, essa parte ficou meio confusa O.o).

Confesso que, de primeira, eu realmente não tinha gostado nada do filme, mas depois que assisti algumas vezes mais e me desliguei daquele meu lado mais crítica, passei a gostar um pouco mais dele. Apesar de todos os pontos negativos que citei ali em cima, o filme não deixa de ser legal e de ter momentos engraçados e divertidos. Várias vezes me peguei dando risada desse trio, principalmente do Ben e seu jeito cretino de ser com suas piadinhas. Além disso, eles me fizeram lembrar de todas as últimas coisas que fiz no meu último ano do ensino médio e foi muito bom relembrar aqueles momentos, bateu até saudades, hehe.

Achei muito fofa a amizade entre o Q, o Radar e o Ben, e isso foi a coisa que mais me convenceu no filme inteiro. Apesar das diferenças entre eles, dá pra ver o quanto a amizade deles é verdadeira e o quão amigos eles são, até mesmo nos momentos de imaturidade. Eles são aqueles tipos de amigos que estão juntos para o que der e vier, e isso ficou nítido quando o Ben e o Radar toparam ir atrás da Margo junto com o Q.

Ah, um detalhe que estava quase esquecendo de comentar. A primeira vez que assisti o filme foi legendado, e acho que foi isso que me fez não gostar tanto dele de primeira. Os atores não conseguiram colocar tanta emoção assim nas falas deles e deixaram os personagens um tanto sem sal, sabe? Depois que assisti o filme dublado, cheguei a conclusão de que as vozes dos dubladores ficaram muito melhores do que a dos próprios atores. Os dubladores conseguiram dar aquela emoção que estava faltando nos personagem, o que, ao meu ver, deixou eles bem mais divertidos.

Uma possível leitura nova



Antes de assistir o filme, eu já tinha lido as primeiras páginas do livro e confesso que até cheguei a gostar, mas o livro era da minha prima e acabei esquecendo de pedir emprestado. Como fui na casa dela nessas férias e me deparei com ele, lembrei de pegar emprestado e ele está aqui agora, só esperando eu criar coragem para lê-lo.

Eu não sei se já cheguei a comentar por aqui, ou se foi só lá pelo instagram, mas eu não tinha um pingo de vontade de ler nenhum dos livros do John Green. Tentei ler A Culpa é das Estrelas uma vez, mas foi um fiasco; abandonei o livro e até troquei ele num sebo. Porém, depois que assisti esse filme, acabei ficando com vontade de ler esse livro só para comparar algumas partes que me alfinetaram. Não que eu seja dessas de ficar comparando livros com filmes, ou vise versa, mas se o filme me despertou essa pequena vontade de ler, não custa nada dar uma segunda chance ao autor, né?

Enfim. Apesar de todos os pontos negativos que citei acima, o filme não deixa de ser divertido, e como eu já falei, passei a gostar mais dele depois que assisti algumas vezes mais. Sem contar o fato que também amei toda a trilha sonora do filme, hehe. Mas se você ainda não assistiu e tem vontade, não se deixe levar pelos meus comentários; assista o filme e tire suas próprias conclusões sobre ele, ok?

Alguém aí já assistiu ou leu o livro? O que achou? Ficou com vontade de assistir?

Até a próxima, cativados! E nos vemos nos papéis legais 

10 agosto, 2017

Novembro, 9 (Colleen Hoover)


Já faz um tempinho que não trago resenhas de livros por aqui, né? Bom, isso é culpa de uma ressaca literária que entrei há alguns meses atrás. A coisa tava tão feia que nem fazer uma resenha eu estava conseguindo, sempre deixava elas pela metade. Graças a maratona literária de inverno, consegui me curar, finalmente, dessa ressaca literária chata e minhas leituras estão, aos poucos, voltando ao normal, a começar por esse que li há algumas semanas atrás.

Um romance de tirar o fôlego


Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos? (Compre aqui!)


Esse é aquele típico romance clichê que é incerto e intenso ao mesmo tempo. O livro é narrado em primeira pessoa, intercalando os pontos de vista de Fallon e Ben, e a história foca sempre nos dias 9 de novembro de cada ano, totalizando cinco dias em cinco anos no final.

Fallon começa o livro  bem insegura, por conta de suas cicatrizes. Ela tem a auto-estima bem baixa e eu achei lindo o fato de Ben sempre elogiá-la, dizendo o quanto ela é linda com suas cicatrizes. Com o tempo, ela foi aceitando suas cicatrizes como algo que faz parte dela agora e que ela não deixa de ser bonita por causa disso. Isso foi o que mais gostei no casal e o que me fazia ficar na torcida para a Fallon dar o braço a torcer e esquecer aquela regra pessoal que ela tinha; que só poderia se relacionar sério com alguém depois dos 23.

Mas ok, vamos partir do princípio... eu tenho um problema muito sério com casais assim, que mal se conhecem e se apaixonam um pelo outro do nada (tipo Edward e Bela, de crepúsculo). Acho isso um tanto bléééh, até mesmo para histórias clichês como essa, mas também sei que esse velho clichê sempre conquista os leitores, inclusive eu (sei que isso soou muito contraditório, mas essa sou eu, vivo me contradizendo). A questão é que eu nunca consigo entender e nem engolir essa coisa de paixão instantânea entre os personagens, e é isso que me faz não ler muitos livros assim. Com essa história não foi muito diferente. Não consegui engolir o romance entre Fallon e Ben logo de início, porque, para mim, é muito difícil engolir que os dois só se encontravam uma vez por ano, durante um único dia, e durante os outros 364 dias do ano, não tinham nenhum contato e mesmo assim eram apaixonados um pelo outro.

A história estava seguindo por um caminho não muito instigante, ficava só naquela incerteza do casal, até que BUM! ela deu uma reviravolta surpreendente e acabou tomando um outro rumo e dando um outro tom na trama. Foi nessa que descobri que tinha uma história por trás, que fez com que a vida dos personagens se cruzassem, e foi quando passei a gostar um pouco mais, mas foi só depois de 70% do livro que eu descobri isso, ou seja, demorou bastante. Não vou negar que teve sim aqueles momentos em que pensei em largar o livro e partir para outra, porque era muito drama e muito mistério pra um casal só. Mas a escrita da autora é tão envolvente que não me deixou largar o livro até eu saber o desfecho daquela história maluca.

Quanto aos personagens, os dois me fizeram passar muita raiva durante a leitura. Eles são pessoas complicadas, com problemas e muito indecisos, principalmente a Fallon, que tinha uma indecisão em relação a tudo. Dava pra ver que ela tinha vontade de ir atrás de seus sonhos, mas ela tinha uma insegurança tão grande e se importava tanto com a opinião das pessoas, que acabava ficando insegura com suas escolhas, no final. Já o Ben... ele é um caso complicado. Tinha momentos em que eu morria de amores por ele, mas em outros achava ele um tremendo babaca, o que me fazia questionar se era o mesmo Ben que conheci no começo da história. E, bem, apesar desses pontos que me alfinetaram nos personagens, posso dizer que gostei muito deles. Eles são carismáticos e muito lindos quando estão juntos ~ exceto quando estão fazendo todo aquele drama, haha.


Sempre me deparava com comentários maravilhosos sobre a CoHo e seus livros, só que nunca tinha chegado a ler nenhum deles, então decidi começar por esse. Na verdade, comprei esse livro bem às cegas e, apesar de sempre me deparar com ele, não sabia direito sobre o que era a história. Vou dizer uma coisa pra vocês, se eu tivesse lido a sinopse desse livro, talvez eu nem teria dado uma chance à ele e não descobriria o quão linda é essa história. Esse é um daqueles casos que agradeço pela minha curiosidade falar mais alto, hehe.

Mas vocês devem estar se perguntando se eu gostei ou não do livro, afinal. A resposta é sim, gostei bastante. Apesar de todos os pontos que me alfinetaram, de todo o drama dos personagens e das indecisões deles, eu gostei ~muito~ da história. Ela é fofa, intensa e cheia de reviravoltas, além de passar uma mensagem muito linda; que você é linda de qualquer jeito, independente da sua aparência e cicatrizes, porque "um corpo é simplesmente uma embalagem que guarda os verdadeiros dons que contém". E outra, todos carregamos cicatrizes com a gente, sejam elas físicas ou não.

A edição



Novembro, 9 segue uma edição bem simples; capa brochura com alguns pontos em verniz, páginas amareladas e uma diagramação ótima! O único ponto que me incomodou um pouco foi o fato da fonte ser muito escura e parecer estar em negrito, mas tirando isso, a fonte está em um tamanho ótimo para leitura ツ Ah, a paleta de cores dele também está muito linda, se tornou uma das minhas favoritas *-*


"Se um casal fica ou não junto no fim de um livro não determina se é um final feliz ou não. Desde que os dois acabem felizes, não importa realmente que terminem felizes juntos."


Sou transparente, aquático.
À deriva, sem rumo.
Ela é uma âncora afundando em meu mar.
- Benton James Kessler


"Uma das coisas que sempre tento lembrar a mim mesma é que todo mundo tem cicatrizes..."


Título: Novembro, 9 | Autora: Colleen Hoover | Editora: Galera Record | Páginas: 352 | ISBN: 978-85-01-07625-0

Adicione: Skoob | Goodreads (ou compre aqui!)

A resenha ficou maior do que eu esperava, mas pelo menos consegui falar tudo o que queria sobre ele (eu acho!). Alguém já leu esse livro ou algum outro da Colleen? Ficou com vontade de ler? Não se esqueça de me contar aqui nos comentários!

Obrigada por tudo, cativados! Nos vemos nos papéis legais 

06 agosto, 2017

Tag: I ❤ Tea



Estou bem chateada por não ter conseguido atualizar o blog nenhuma vez durante as férias, e olha que nem foi por falta de vontade, ein! Acontece que fui para a casa das minhas primas na primeira semana e depois voltei para a minha, só que, como estou sem internet aqui, complicou muito a minha situação e acabei não conseguindo postar nada por aqui. Mas aproveitei esse tempo fora para pensar em algumas ideias bem legais aqui para o blog, além de ter lido muitos livros durante a maratona literária de inverno, hehe. Enfim.

Alguns dias atrás, encontrei um pen-drive antigo que pensei ter perdido no curso há alguns anos atrás. Fiquei bem feliz ao encontrá-lo, porque eu tinha muita coisa nele. Tinha fotos, vídeos, trabalhos do curso e da escola, textos, histórias que inventava, livros baixados, letras de músicas, frases, entre outras coisas mais. Enquanto eu fuçava ele, encontrei essa tag que achei a minha cara na época em que me deparei com ela. Claro que ela ainda continua sendo a minha cara, até porque eu sou uma pessoa viciada em chá até hoje. Então, como eu nunca respondi nenhuma tag por aqui (imaginem uma cara de espanto aqui) decide começar por essa, hehe.

Ah, eu não me lembro bem aonde eu vi ela, mas se eu não me engano foi lá no blog (ou foi no canal?) da Mel.

You're late for tea!



QUAL O SEU CHÁ FAVORITO?

Acho que já cheguei a comentar que uma das coisas que não pode faltar aqui em casa é chá. Eu sou muito, mais muito, viciada nessa bebida e amo experimentar novos sabores e novas marcas. Então, acho que a pergunta correta seria quais e não qual, porque é difícil escolher apenas um como favorito. No momento, os meus chás favoritos são os de: maça com canela, frutas silvestres e frutas vermelhas.

❤ QUAL O PIOR CHÁ QUE VOCÊ JÁ TOMOU?

Um chá que eu detesto, desde quando era criança, é o chá de boldo. Quando eu ficava ruim da barriga, minha mãe fazia ele e me dava para beber, mas que disse que eu bebia aquilo? Só de lembrar me veio o gosto ruim na boca (eca!) >.<'  Um que eu também não curti foi o de abacaxi. Não que ele seja ruim, ele só não é muito bom, sabe? rsrs.

❤ QUAL A SUA CANECA FAVORITA?

Acho caneca uma palavra tão engraçada, rs. Antes eu tinha uma com alguns desenhos bem fofinhos de natal, mas mês passado ganhei mais duas de presente; uma da minha mãe e outra que ganhei de aniversário e que não desgrudo mais dela, que no caso, é essa da foto ali em cima, hehe.

❤ VOCÊ ESTÁ BEBENDO ALGUM CHÁ AGORA? SE SIM, QUAL?

É claro que não poderia deixar de estar bebendo algum chá enquanto respondo essa tag, né! O que estou bebendo agora é o de frutas silvestres, que é muito, mais muito gostoso por sinal, hehe.


❤ QUAL A SUA COMPRA MAIS RECENTE?

A minha compra mais recente de chá foi de uma marca que eu sempre fui louca para encontrar por aqui, que é o da Twinings. Como eu sou muito apaixonada pela cultura inglesa, meu sonho sempre foi encontrar esses chás aqui por onde eu moro, mas nunca consegui encontrar, não sei se porque não procurei direito ou se porque realmente não vende.

Nessas férias eu fui na casa das minhas primas e a gente decidiu ir no mercado comprar algumas coisas para comer. Eis um fato sobre mim; sempre que entro em algum mercado que não costumo ir, o primeiro lugar que eu vou é na sessão de chás. Então, quando me deparei com as caixinhas da Twinings lá, eu fiquei louca para comprar e não sosseguei até passar no caixa, pagar e finalmente poder experimentar. Comprei esse de frutas silvestres porque era um sabor que eu queria muito experimentar e, nossa, que delícia de chá!

❤ VOCÊ PREFERE CHÁ DE SAQUINHO OU GRANEL?

Eu prefiro os de saquinhos, porque amo ficar esquentando minhas mãos na xícara enquanto ele fica pronto ^.^ Mas, se eu for fazer para mais pessoas, prefiro o granel, assim já faço uma grande quantidade que dá para todos beber.

❤ VOCÊ PREFERE CAFEINADO OU DESCAFEINADO?

Eu nunca tinha parado para pensar nisso, mas acho que eu tomo mais chá cafeinado do que descafeinado. 


❤ VOCÊ NORMALMENTE ADICIONA ALGO NO SEU CHÁ?

Antes eu colocava um pouquinho de leite (bem britânica mesmo, hehe), mas recentemente peguei uma certa intolerância a lactose que não deixa mais eu ser feliz. Claro que acabo me rendendo a vontade as vezes, mas é bem raro eu fazer isso agora. Ah, também adiciono açúcar no meu chá, porque gosto dele bem docinho, yummy!

❤ QUAL O SEU LUGAR FAVORITO PARA COMPRAR CHÁ? O QUE VOCÊ PEDE?

Geralmente eu só compro em mercados mesmo, mas quando vou comer em algum outro lugar e nesse lugar tem chá quente e gelado, sempre peço o quente, porque não gosto de chá gelado. Eu também costumo levar chá na bolsa quando vou dormir na casa de alguém que não tem muito costume de tomar chá (o que é quase todo mundo que conheço), eu sempre levo alguns saches ou passo no mercado para comprar antes de ir.

❤ INDIQUE TRÊS CHÁS!

Morango, frutas silvestres e frutas vermelhas ^.^

É isso, pessoal! Sintam-se todos à vontade para responder, principalmente os tealovers de plantão, hehe. Ah, e quem responder, não se esqueça de me avisar para que eu também possa ver as suas respostas ツ

Obrigada por tudo, cativados! Nos vemos nos papéis legais